Sumários
Aula 8: Métodos e fontes estatísticas sobre crianças e jovens
30 Abril 2026, 20:30 • Tiago José Ferreira Lapa da Silva
Visão geral sobre as principais tendências e desafios metodológicos na investigação com crianças e jovens.
Crianças como respondentes: O desafio dos métodos quantitativos.
A exclusão de crianças nos questionários e as suas causas.
Fontes estatísticas oficiais disponíveis (INE, Pordata, UNICEF, etc.).
Entender como as fontes podem ser (ou não) relevantes para ajudar a enquadrar e contextualizar estruturalmente pesquisas extensivas sobre a infância.
Políticas de Juventude e Inclusão social
23 Abril 2026, 20:30 • Otávio Ribeiro Raposo
Esclareceram-se as dúvidas relativas ao ensaio final e realizou-se uma recapitulação das práticas artísticas criativas na primeira parte aula. O PER, as políticas de street art e o Programa Escolhas foram as políticas públicas abordadas na segunda parte da aula, tendo sido apresentado uma pesquisa sobre o percurso da Galeria de Arte Pública da Quinta do Mocho como caso ilustrativo. O powerpoint foi um instrumento de apoio durante toda a sessão, tendo participado presencialmente da aula cerca de 30 alunos.
Arte e Criatividade nas Margens da Cidade
16 Abril 2026, 20:30 • Otávio Ribeiro Raposo
Realizou-se um ponto de situação dos exercícios e métodos de avaliação da UC no início da aula. Em seguida, exibiu-se uma parte do documentário “Nu Bai. O rap negro de Lisboa”, tendo sido apresentada a pesquisa sobre o coletivo Red Eyes Gang. Na segunda parte da aula, o enfoque sobre a criatividade nas margens da cidade alargou-se para outras práticas artísticas, como o graffiti, a batida e a dança.
O powerpoint foi um instrumento de apoio durante toda a sessão, na qual participaram, presencialmente, cerca de 25 alunos.
Aprendizagens Não Formais na Relação com o Grupo de Pares: Sociabilidades e Culturas Juvenis
19 Março 2026, 20:30 • Otávio Ribeiro Raposo
As ideias centrais da infância e juventude como construção sociocultural foram revisadas, assim como as representações iconográficas da infância e a importância da escola para a emergência dessa categoria. Na segunda parte da aula, debateu-se as limitações da instituição escolar para os jovens de territórios segregados, bem como a relevância do grupo de pares e das aprendizagens não formais para a afirmação da juventude e das culturas juvenis. No final da aula foi apresentada a pesquisa sobre o coletivo de Red Eyes Gang com vista a dialogar com as ideias referidas. Cerca de 20 alunos participaram presencialmente da sessão.
Infância e Juventude como Construções Sociais
12 Março 2026, 20:30 • Otávio Ribeiro Raposo
Na primeira parte da aula houve uma apresentação da trajetória de pesquisa do docente, bem como dos alunos, uma forma de partilhar interesses de investigação e criar um ambiente acolhedor. Em seguida, abordou-se o programa da UC, bem como o seu método de avaliação. A segunda parte da aula foi dedicada a abordar um conjunto de conceitos e ideias introdutórias da infância e juventude como construção sociocultural. O powerpoint foi um instrumento de apoio durante toda a sessão, tendo participado presencialmente cerca de 24 alunos.