Sumários

Aula aberta - O que entendemos por periferia?

28 Setembro 2026, 16:00 • Paulo Raposo


O que entendemos por perfiferia? 

com o convidado online , Prof. Guilhermo Aderaldo (UNESP)

Coletivos periféricos de produção de imagem

A Periferia e o Centro – Fronteiras imaginadas, forçadas ou reais?

Visibilidades invisíveis e invisibilidades visíveis. Imagens de Controlo (Patricia Hill Collins)

Leituras recomendas:

Bibliografia fornecida pelos convidados

TEXTO 1: Otávio Raposo, Lígia Ferro, Rita Ávila Cachado, Gabriela Leal, Pedro Varela & Mateus Sadock (2026). Periferias urbanas em Portugal: um itinerário conceptual e epistemológico. Análise Social, ICS, Lisboa

Trabalho autónomo:

Leitura complementar:

·       Pierre Bourdieu; Marie-Claire Bourdieu. (2006) “O camponês e a fotografia”. Revista de Sociologia e Política, n. 26, jun.

·       José Guilherme Cantor Magnani (2013) “Da periferia ao centro, cá e lá: seguindo trajetos, construindo circuitos”, Anuário Antropológico, v.38 n.2 | pp. 53-72.

Visualizar em casa:

Link: Guilhermo Aderaldo sobre noção/representação social de periferia

Travessias de Safira Moreira, curta-metragem, Brasil, 4’59

Lugares, desigualdades e (i)mobilidades - Aula sobre cinema periférico com Guilhermo Aderaldo

A fotografia oculta de Vivian Maier (Finding Vivian Maier), Dir. John Maloof, Charlie Siskel | 83” | 2013

 

 

Mariam del Moral - Habitar, experimentar, filmar. El entramado (meshwork) antropológico en el cine de Rocío Mesa.

21 Setembro 2026, 16:00 • Paulo Raposo


Mariam del Moral (da Universidade de Granada) oferec eu uma Aula Aberta - Habitar, experimentar, filmar. El entramado (meshwork) antropológico en el cine de Rocío Mesa.  

Resumo: El entrelazamiento entre el espacio de creación y el entramado vivo del territorio redefine la colaboración entre antropología y cine en la Vega de Granada. A través de distintos dispositivos etnográficos, entre ellos los "archivos latentes", donde el análisis de rastros, descartes y fragmentos del proceso resulta crucial, este trabajo analiza la metodología creativa de la cineasta Rocío Mesa en su película Secaderos. Su propuesta emprende un proceso donde el habitar, experimentar y sentir el territorio dimensionan antropológicamente el relato ficcionado.

Mediante una inmersión sensorial y experimental en la Vega granadina, Mesa no utiliza el paisaje ni a sus habitantes como meros escenarios decorativos, sino como agentes vivos que contribuyen a la narrativa fílmica. Esta práctica cinematográfica, enmarcada en una profunda sensibilidad ecofeminista, se vive como una correspondencia con el lugar, la memoria y el tránsito; un acto de escucha activa con sus gentes y sus espacios urbano-rurales. Así, desde la fase de preproducción, la película desafía la lógica extractivista de la tierra para reivindicar el territorio como un entramado (meshwork) de interdependencias afectivas, donde los métodos creativos actúan como una herramienta de cuidado mutuo y puesta en valor de los saberes rurales.

Mariam del Moral - Habitar, experimentar, filmar. El entramado (meshwork) antropológico en el cine de Rocío Mesa.

21 Setembro 2026, 14:30 • Paulo Raposo


Habitar, experimentar, filmar. El entramado (meshwork) antropológico en el cine de Rocío Mesa. 

(ver sumário seguinte)

Visual e Visualismo. O que são as imagens?

14 Setembro 2026, 16:00 • Paulo Raposo


Visual e Visualismo - um problema de natureza etnocêntrica ocidental

A antropologia visual como discurso e modelo de produção de conhecimento na antropologia: da ilustração imagética ao "visual turn".

Pensar os conceitos multivíduo, ubiquidade e auto-representação (Massimo Canevacci) da cidade industrial à metrópole comunicacional. Da centralidade na produção à pluricentralidade no consumo, comunicação e cultura. O fetichismo da imagem (verdadeira e falsa) que nos serve para auto-representação plural (self e seus avatares não se distinguem na babel comunicacional). A cidade polifónica.

O que é a periferia? Quem define a periferia? A partir de que centro se pensam as margens?

 Leituras recomendadas:

Massimo Canevacci "A comunicação entre corpos e metrópoles" in Revista de Signos do Consumo V.1, N.1, 2009. P. 8-20. [For an English version a very similar text here:

Massimo Canevacci (2012). “Digital Auratic Reproducibility: Ubiquitous Ethnographies and Communicational Metropolis”, In An Ethnography of Global Landscapes and Corridors, Dr. Loshini Naidoo (Ed), InTech]

José Guilherme Cantor Magnani (2013) “Da periferia ao centro, cá e lá: seguindo trajetos, construindo circuitos”, Anuário Antropológico, v.38 n.2 | pp. 53-72.

Ulf Hannerz, 1996(2015) Explorando A Cidade. Em Busca De Uma Antropologia Urbana, Ed. Vozes, Rio de Janeiro. (moodle)

Aula Abertura

14 Setembro 2026, 14:30 • Paulo Raposo


Apresentação dos conteúdos da UC, programa de aulas e sistema de avaliação.

Discussão do modelo de trabalho e do projeto final da UC.