Currículo

Crime, Justiça e Segurança Humana 03330

Contextos

Groupo: Escola de Ciências Sociais e Humanas > Optativas > Departamento de Antropologia > 1º Ciclo

Groupo: Escola de Ciências Sociais e Humanas > Optativas > Departamento de Antropologia > 1º Ciclo

Groupo: Escola de Ciências Sociais e Humanas > Erasmus e Similares > Studying Diversity In Lisbon

Groupo: Escola de Ciências Sociais e Humanas > Optativas > Departamento de Antropologia > 1º Ciclo

ECTS

6.0 (para cálculo da média)

Objectivos

OA1: Conhecer e identificar a ambiguidade e ambivalência dos conceitos de crime e justiça de acordo com correntes teóricas e metodológicas OA2: Reflectir, através de contextos empíricos diversos, sobre a multiplicidade de significados implicados em práticas legais-ilegais OA3: Reconhecer as variáveis implicadas na prática do acto criminoso, de acordo com as reflexões discutidas por autores OA4: Desenvolver reflexão critica sobre os conceitos estudados OA5: Ser capaz de autonomamente identificar contextos e situações de fronteira: "ordem" e "desordem"; legal e ilegal; discriminação e exclusão OA6: Discutir criticamente a relação entre género e crime OA7: Conhecer o conceito de segurança humana e a pertinência da sua aplicação OA8: Fazer uma análise crítica de casos concretos

Programa

P1: Análise histórica dos conceitos de crime e justiça desde o final do século XIX até à actualidade: criminology, antropologia criminal, sociologia P2: Assimetrias de poder e desigualdade: discussão de conceitos e de contextos P3: O acto criminoso - como uma forma de combater a discriminação e a pobreza P4: O acto criminoso - como uma forma de obter segurança P5: O acto criminoso - a sua banalização na vida quotidiana P6: Differentes perspectivas de justiça: o tribunal e a justiça popular P7: Crime e Género - complexidades, mitos, desmistificações P8: Crime nos media e representações públicas do medo P9: Segurança Humana - um novo enquadramento teórico e prático para compreender o crime e a justiça em contextos socio-economicos diversificados P10 - liberdade para escolher; liberdade de não ter medo; liberdade para viver em dignidade - os conceitos básicos da segurança humana

Método de Avaliação

Esta Unidade Curricular pressupõe o modelo de avaliação ao longo do semestre, composto por três exercícios em que se aplicam metodologias diferentes, com o objetivo de estimular capacidades distintas nos estudantes: 1) teste formativo, em se avalia a capacidade de interpretação síntese das leituras, a autonomia de pensamento e gestão e qualidade da informação escrita. Este teste formativo incidirá no primeiro bloco temático, dedicado ao estudo do Crime - 35% 2) ensaio individual com base nos temas estudados no segundo bloco temático, dedicado ao estudo da Justiça (5 páginas máximo, espaço e meio) - 35% 3) apresentação oral (individual ou em grupo) sobre um tema pré-definido e acordado com a docente que deve, preferencialmente, comparar problemas ou contextos distintos abarcando a totalidade dos blocos temáticos lecionados (Crime, Justiça, Segurança) - 30% Avaliação por Exame Final: Os estudantes que optem pela avaliação em Exame Final farão uma prova escrita que contempla duas questões sobre cada bloco temático - 100%

Carga Horária

Carga Horária de Contacto -

Trabalho Autónomo - 113.0

Carga Total -

Bibliografia

Principal

  • Merry, Sally E. 2008. Gender Violence: A Cultural Perspective. Oxford: Wiley-Blackwell. Kaldor, Mary. 2007. Human Security: Reflections on Globalization and Intervention. London: Polity. Jewkes, Yvonne. 2004. Media and Crime. London and New York: Sage. Frois, Catarina. 2017. Female Imprisonment. An Ethnography of Everyday Life in Confinement. London and New York: Palgrave Macmillan. Foucault, Michel. 1995. Discipline and Punish. The Birth of Prison. London: Penguin, trans. Alan Sheridan. Comaroff, Jean and John Comaroff. 2016. The Truth about Crime. Sovereignty, Knowledge, Social Order. Chicago: Chicago University Press. Castel, Robert. 2003. L'Insécurité sociale. Qu'est-ce qu'être protégé? Paris: Seuil. Buzan, Barry, Ole Wæver and Jaap de Wilde. 1998. Security: A New Framework for Analysis. London: Lynne Rienner Publishers Arendt, Hannah. 1963. Eichman in Jerusalem. A Report on the Banality of Evil. New York: Viking Press. :

Secundária

  • 18. Fassin, Didier et al. 2013. Juger, Réprimer, Accompagner. Essai sur la Morale de L?État. Paris: Seuil. 17. Eriksen, Thomas Hylland, Ellen Bal and Oscar Salemink, eds. 2010. A World of Insecurity. Anthropological Perspectives on Human Security. London and New York: Pluto Press. 16. United Nations Trust Fund for Human Security - http://www.un.org/humansecurity/ 15. Wacquant, Löic. 2000. Prisons of Poverty. Minneapolis e Londres: University of Minnesota Press. 14. Sykes, G. 1958. The Society of Captives. A Study of a Maximum Security Prison. Princeton: Princeton University Press. 13. Scheper-Hughes, Nancy. 1989. Death Without Weeping. The Violence of Everyday Life in Brazil. Berkeley: University of California Press 12. Webster, W., To?pfer, E., Klauser, F.and Raab, C. (eds) Video Surveillance Prac- tices and Policies in Europe. Amsterdam: IOS Press. 11. Parnell, Philip and Stephanie Kane, eds. 2003. Crime?s Power. Anthropologists and the Ethnography of Crime. New York: Palgrave 10. Maguire, Mark, Catarina Frois and Nils Zurawski, eds. 2014. The Anthropology of Security. Perspectives from the Frontline of Policing, Counter-terrorism and Border Control. London: Pluto Press. 9. Machado, H. and Prainsack, B. 2012. Tracing Technologies: Prisoners? Views in the Era of CSI. Farnham, UK: Ashgate. 8. Kaldor, Mary and Joseph E. Stiglitz, eds. 2013. The Quest for Security: Protection Without Protectionism and the Challenge for Global Governance. New York: Columbia University Press. 7. Holbraad, Martin and Morten Axel Pedersen, eds. 2013. Times of Security: Ethnographies of Fear, Protest, and the Future. New York: Routledge. 6. Frois, Catarina. 2013. Peripheral Vision. Politics, Technology and Surveillance. London and New York: Berghahn 5. Drake, Deborah, Rod Earle and Jennifer Sloan, eds. 2015. Palgrave Handbook of Prison Ethnography. London and New York: Palgrave Macmillan. 4. Caplan, J. and Torpey, J. (eds) (2001) Documenting Individual Identity: The Development of State Practices in the Modern World. Princeton: Princeton University Press. Cole, S. (2001) Suspect Identities: A History of Fingerprinting and Criminal Identification. Cambridge, MA: Harvard University Press. 3. Breckenridge, K. (2014) Biometric State.The Global Politics of Identification and Surveillance in South Africa, 1850 to the Present. Cambridge: Cambridge University Press. 2. Bosworth, Mary and Flavin, J., eds. 2007. Gender, Race and Punishment: From Colonialism to the War on Terror. New Brunswick: Rutgers University Press 1. Aas, Katja Franko and Mary Bosworth, eds. 2013. The Borders of Punishment: Migration, Citizenship, and Social Exclusion. Oxford: Oxford University Press :

Disciplinas de Execução