Currículo
Antropologia Pública, Antropologia Implicada e Antropologia Aplicada 05181
Contextos
Groupo: Antropologia - 2026 > 1º Ciclo > Unidades Curriculares Obrigatórias
ECTS
6.0 (para cálculo da média)
Objectivos
Ao concluir a unidade curricular, os/as estudantes deverão ser capazes de: OA1: Distinguir e relacionar criticamente os conceitos de antropologia pública, implicada e aplicada. OA2: Identificar os principais desafios éticos e políticos do exercício profissional da antropologia em contextos extra-académicos. OA3: Desenvolver diagnósticos etnográficos e propostas de intervenção fundamentadas em diferentes contextos institucionais e comunitários. OA4: Aplicar metodologias colaborativas e participativas na investigação e intervenção antropológica. OA5: Refletir criticamente sobre o posicionamento do/a antropólogo/a em situações de mediação, advocacia ou consultoria.
Programa
CP1: Antropologia pública: história, modelos e debates contemporâneos. CP2: Antropologia implicada: engajamento político, ativismo e co-produção de saber. CP3: Antropologia aplicada: consultoria, mediação, políticas públicas e intervenção social. CP4: Ética, responsabilidade e dilemas no trabalho de campo e na prática profissional. CP5: Estudos de caso de projetos aplicados e públicos em áreas como saúde, educação, ambiente, migração, património ou direitos humanos. CP6: Planeamento de intervenções antropológicas e produção de outputs para públicos diversos.
Método de Avaliação
A avaliação valoriza a aprendizagem ao longo do semestre: Participação informada nas sessões e envolvimento nas atividades coletivas (seminários, oficinas, discussão em grupo): 30% Trabalho final: 70% Exame final (100%), Estudantes que não obtenham nota superior a 10
Carga Horária
Carga Horária de Contacto -
Trabalho Autónomo - 113.0
Carga Total -
Bibliografia
Principal
- Hale, C. R. (Ed.). (2008). Engaging contradictions: Theory, politics, and methods of activist scholarship. University of California Press. Lassiter, L. E. (2005). The Chicago guide to collaborative ethnography. University of Chicago Press. Low, S. M., & Merry, S. E. (2010). Engaged anthropology: Diversity and dilemmas. Current Anthropology, 51(S2), S203–S226. https://doi.org/10.1086/653837 Rylko-Bauer, B., Whiteford, L. M., & Farmer, P. (2006). Global health in times of violence: The role of anthropology. Medical Anthropology Quarterly, 20(2), 136–147. https://doi.org/10.1525/maq.2006.20.2.136 Baba, M. L. (2005). Anthropology and business. In A. Barnard & J. Spencer (Eds.), Encyclopedia of social and cultural anthropology (pp. 33–38). Routledge: . .
Secundária
- "Appadurai, A. (2006). The right to research. Globalisation, Societies and Education, 4(2), 167–177. https://doi.org/10.1080/14767720600750696 Marcus, G. E., & Myers, F. R. (Eds.). (1995). The traffic in culture: Refiguring anthropology and ethnography. University of California Press. Mosse, D. (2006). Anti-social anthropology? Objectivity, objection and the ethnography of public policy and professional communities. Journal of the Royal Anthropological Institute, 12(4), 935–956. https://doi.org/10.1111/j.1467-9655.2006.00371.x Speed, S. (2006). At the crossroads of human rights and anthropology: Toward a critique of the practice of representation. American Anthropologist, 108(1), 66–76. https://doi.org/10.1525/aa.2006.108.1.66 CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia. Projetos de antropologia pública e aplicada. Disponível em: https://www.cria.org.pt/ European Association of Social Anthropologists (EASA), Applied Anthropology Network. Disponível em: https://www.easaonline.org/networks/app_anth/ " : . .