Sumários
A Teoria da Sugestão na Comunicação de Massa
4 Março 2026, 16:00 • Cláudia Álvares
·
Teorias da multidão do século XIX (Le Bon e
Tarde): sugestionalibidade e perda de individualidade quando indivíduos são
inseridos num grupo
·
Tarde: sociedade = imitação/contágio social
·
Le Bon: multidão irracional, guiada por emoção
·
Mecanismos: anonimato, contágio, sugestão
·
Uso político: propaganda e líderes (Hitler,
Mussolini)
·
Atualidade: influência nas teorias dos media, populismo e
opinião pública
Referências:
Álvares, C. (2024) “‘A história não é bem como a contam’: Lutas pelo Controlo da Mente do Cidadão Comum e a sua Legitimação Científica nos Primórdios da Comunicação de Massas”. In G. Cardoso (Org.) A Nova Comunicação. Coimbra: Almedina.
Armentano, G. N. (2020). O regime nazista e a manipulação de massas: Uma análise de como o poder do discurso e da propaganda concretizaram a ideologia na mentalidade popular [Trabalho de conclusão de curso, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro]
Le Bon, G. (2019). A psicologia das multidões (A. Fortes, Trad.). Ensaio. (Obra original publicada em 1895 sob o título Psychologie des foules.)
Tarde, G. (2005). A opinião e as massas (E. Brandão, Trad.; 2.
ed.). Martins Fontes. (Obra original publicada em 1901 sob o título L’opinion
et la foule.)
Uma Breve História da Opinião Pública
26 Fevereiro 2026, 18:00 • Cláudia Álvares
1. Origem do conceito de opinião pública e sua definição
2. Desenvolvimento dos estudos empíricos sobre opinião pública, especialmente através de sondagens e da investigação sobre persuasão durante a II Guerra Mundial.
3. Críticas ao conceito de opinião pública enquanto artifício e prestando-se à instrumentalização política (Rieffel, Bourdieu)
4. Distinção entre momentos nominais (em que o público é referido enquanto substantivo) e momentos reais (em que a opinião pública surge mediante o desempenho de atores sociais).
Referência:
Rieffel, R. (2003) ‘Os Media, a Opinião Pública e o Espaço Público’, in Joaquim Fidalgo e Manuel Pinto (org.) Sociologia dos Media. Porto: Porto Editora, Col. Comunicação, pp. 33-53.
Uma Breve História da Opinião Pública
25 Fevereiro 2026, 16:00 • Cláudia Álvares
1.
Origem do conceito de opinião pública e sua definição
2. Desenvolvimento dos estudos empíricos sobre opinião
pública, especialmente através de sondagens e da investigação sobre persuasão
durante a II Guerra Mundial.
3. Críticas ao conceito de opinião pública enquanto artifício e prestando-se à instrumentalização política (Rieffel, Bourdieu)
4. Distinção entre momentos nominais (em que o público é referido enquanto substantivo) e momentos reais (em que a opinião pública surge mediante o desempenho de atores sociais).
Referência:
Rieffel, R. (2003) ‘Os Media, a Opinião Pública e o Espaço
Público’, in Joaquim Fidalgo e Manuel Pinto (org.) Sociologia dos Media.
Porto: Porto Editora, Col. Comunicação, pp. 33-53.
I. Introdução: Sondagens, Tracking Polls e o Problema da Medição da Opinião Pública
12 Fevereiro 2026, 18:00 • Cláudia Álvares
·
As sondagens
podem falhar na previsão eleitoral devido a limitações metodológicas
·
Os erros
resultam de problemas de amostragem, baixa taxa de resposta e diferentes tipos
de viés.
·
O nível de
confiança (95%) implica sempre uma margem de erro estatística.
·
Os tracking
polls acompanham a evolução das opiniões ao longo do tempo, ao contrário
das sondagens pontuais.
·
Devem ser
interpretadas como retratos momentâneos, não como previsões definitivas.
Bibliografia:
Donsbach, W. & Traugott, M.
(2007) The Sage Handbook of Public Opinion Research. Londres: Sage.
Zhou, Z., Serafino, M.,
Cohan, L. et al. (2021)
Why polls fail to predict elections. Journal of Big Data, 8. https://doi.org/10.1186/s40537-021-00525-8
I. Introdução: Sondagens, Tracking Polls e o Problema da Medição da Opinião Pública
11 Fevereiro 2026, 16:00 • Cláudia Álvares
·
As sondagens
podem falhar na previsão eleitoral devido a limitações metodológicas
·
Os erros
resultam de problemas de amostragem, baixa taxa de resposta e diferentes tipos
de viés.
·
O nível de
confiança (95%) implica sempre uma margem de erro estatística.
·
Os tracking
polls acompanham a evolução das opiniões ao longo do tempo, ao contrário
das sondagens pontuais.
·
Devem ser
interpretadas como retratos momentâneos, não como previsões definitivas.
Donsbach, W. & Traugott, M.
(2007) The Sage Handbook of Public Opinion Research. Londres: Sage.
Zhou, Z., Serafino, M.,
Cohan, L. et al. (2021)
Why polls fail to predict elections. Journal of Big Data, 8. https://doi.org/10.1186/s40537-021-00525-8