Sumários
"Regras de ouro" ou os ingredientes para o reconhecimento no sistema global das artes: entre os artistas e as obras.
26 Março 2026, 20:30 • Vera Borges
"Regras de ouro" ou os ingredientes para o reconhecimento no sistema global das artes:
Operacionalização do Exercício Prático 2 (a obra escolhida), a partir das apresentações dos/as Estudantes.
Prémios, as “pequenas forças” (Abbott, 2010) nas carreiras globais (a concluir).
Autonomia e heteronomia: teorização dos campos globais multiescalares.
19 Março 2026, 20:30 • Vera Borges
Autonomia e heteronomia nas artes: teorização em torno dos campos globais multiescalares.
Para uma cartografia dos/as Artistas Escolhidos/as pelos/as Estudantes: os seus diferentes tipos de legitimação e escalas de atuação. Vhils, Yayoi Kusama, Rosalía, José Carlos Schwarz, Robert Mapplethorpe, Ai Weiwei, Jennie Kim, Cormac McCarthy, Marina Abramović, Aida Viegas.
Quem decide o valor da obra de arte? Entre as instituições globalizadoras e o mercado da arte
12 Março 2026, 20:30 • Vera Borges
A perspetiva de N. Heinich: La Gloire de Van Gogh (1991) e Du peintre à l'artiste (1993).
Do atelier às escolas de arte, a construção social e histórica do artista e da obra.
Comentário crítico em torno da pesquisa de Júlia Perczel & Balázs Vedres (2025) sobre as formas de consagração de artistas, oriundos da Europa Central e Oriental.
Pistas de trabalho para a produção de notas escritas, a partir do visionamento do documentário Close to Vermeer, realizado por Suzanne Raes, e/ou da leitura do livro Globalização Cultural, de Alexandre Melo.
- Quem decide o valor da obra de arte?
- Rijksmuseum
- A diplomacia da arte
- A importância da tecnologia
- A autoria e os especialistas
- A paixão pela arte
Os percursos de carreira, trabalhos, instituições e "nós de centralidade" dos ARTISTAS ESCOLHIDOS pelos/as estudantes.
5 Março 2026, 20:30 • Vera Borges
Trabalho em grupos de 2-3 estudantes para a discussão do/a artista escolhido.
Comparação e discussão dos percursos de carreira dos/as artistas escolhidos, dos seus trabalhos e "nós" de centralidade.
Apresentação e análise - descritiva e crítica - dos outputs realizados pelos grupos de estudantes.
1. Mapa simplificado da rede institucional
do/a artista escolhido;
2. Identificação dos nós centrais por onde
se movimenta/movimentou;
3. Uma “tese” sobre o reconhecimento do/a artista resulta de:
Contexto familiar | formação e escolas das artes | centralidade institucional? | infraestrutura forte, onde apresenta o seu trabalho? | força da geopolítica cultural atual? | “efeito satélite” ou a associação a outros artistas? | competição entre centros? | ruptura geopolítica do mercado em que
trabalha? | Outro padrão.
Será que a globalização elimina hierarquias? Ou reorganiza-as numa estrutura multiescalar?
26 Fevereiro 2026, 20:30 • Vera Borges
Modernidade e globalização. Campo artístico global multiescalar?
Aplicação prática do modelo teórico através dos casos escolhidos pelos estudantes.
"Quem é que escolheu um artista que nunca saiu do seu país? O que é que isso nos diz sobre o
poder no campo artístico?"
Discussão das dimensões de trabalho proposto no Exercício 1.