Sumários

Investigação em sexualidade e Diversidade sexual e relacional

24 Novembro 2025, 20:00 David Lourenço Rodrigues


Abordou-se a temática da investigação em sexualidade, incluindo as metodologias (Correlacional e experimental), a amostragem e ética na investigação. De seguida, iniciámos a temática da diversidade sexual e relacional, abordando a sexualidade em pessoas que vivem com deficiência, seguida de definições e conceitos relativos à diversidade sexual e relacional, como por exemplo definição e caracterização de Relações Não-Monogâmicas Consensuais.

Psicologia da sexualidade

17 Novembro 2025, 20:00 David Lourenço Rodrigues


Uma análise de fenómenos em sexualidade sob a perspetiva da psicologia

Pedro Vasconcelos - Economia afectiva, neoliberalismo sexual e o controlo algorítmico do desejo

10 Novembro 2025, 20:00 Pedro Vasconcelos


A aula articula a análise de Eva Illouz com a teoria dos campos sexuais, mostrando que o sofrimento amoroso contemporâneo decorre de processos sociais que estruturam o desejo em vez de resultar de falhas individuais. A partir da ideia de que os campos sexuais organizam hierarquias de atractividade, normas de reconhecimento e formas de capital sexual, argumenta-se que o neoliberalismo digital intensifica estes mecanismos ao transformar a escolha amorosa num mercado regulado por algoritmos. As plataformas ampliam a estratificação dos campos, produzem novas formas de visibilidade e invisibilidade e induzem uma autoavaliação constante, convertendo o desejo em objecto de quantificação, optimização e mercantilização.

Pedro Vasconcelos - Campos Sexuais

3 Novembro 2025, 20:00 Pedro Vasconcelos


Continuação da aula anterior. Exercício prático em sala.

Pedro Vasconcelos - Campos Sexuais

27 Outubro 2025, 20:00 Pedro Vasconcelos


Síntese da teoria dos campos sexuais (Green 2014), apresentando a sexualidade como um campo social onde o desejo é colectivamente organizado por hierarquias de atractividade, normas partilhadas e formas específicas de capital sexual. Mostra-se que as preferências não são puramente individuais, mas produzidas por mecanismos de socialização e avaliação intersubjectiva, frequentemente estruturados por circuitos sexuais - padrões recorrentes de circulação entre espaços físicos e digitais. O foco analítico desloca-se das identidades para as posições relacionais, explicando o desejo como um efeito de campo.